terça-feira, 20 de novembro de 2007

Microsoft Virtual Earth

O Microsoft Virtual Earth é o novo serviço da empresa do todo-poderoso Bill Gates e veio para competir com o Google Earth. O serviço apresenta funções bem interessantes, sendo que algumas são bem diferentes do programa concorrente.Um dos recursos mais chamativos é a visão 3D (chamada de "birds view", literalmente a visão dos pássaros), que difere muito do Google Earth. No aplicativo da Microsoft as construções são apresentadas de modo real e não em prédios cinzas utilizados pelo Google Earth. O programa conta com uma navegação intuitiva, não pedindo muito tempo de aprendizado para poder viajar pelos 4 cantos do planeta.

domingo, 11 de novembro de 2007

Falha de segurança no Firefox :- (

“Segundo a Info, a Fundação Mozilla divulgou nesta quarta-feira uma vulnerabilidade no navegador Firefox 2 que permite a disseminação de senhas inseridas em serviços online. Descoberta pela consultoria Chapin Information Services, a falha pode ser explorada em qualquer site em que se permita a adição de códigos de HTML com a contribuição do usuário, como fóruns, alguns serviços de blog e comunidades virtuais.A brecha, localizada na função Password Manager, distribui dados confidenciais de autenticação, como nome de usuário e senha, para todas as páginas dentro de um mesmo serviço. Caso o cracker forje uma página de phishing no mesmo servidor, a próxima vez que o usuário se autenticar no serviço original, seus dados serão repassados para o usuário malicioso.Segundo o alerta, o ataque, chamado tecnicamente de brecha Reverse Cross-Site Request (RCSR), também afeta o rival Internet Explorer, da Microsoft, mas a brecha presente no Firefox permite maior taxa de sucesso nos ataques. A Chapin Information Services afirma que o ataque é de extremo impacto, por atingir usuários que visitam sites e fóruns de internet seguros, como o que já vem ocorrendo com a rede social MySpace desde outubro, segundo alerta da Netcraft.”

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Os onze mandamentos de Bill Gates (dirigidos a jovens estudantes)

Bill Gates perante uma plateia de estudantes do ensino secundário enunciou onze regras ou conselhos que as escolas não ensinam, e que são necessários observar para sobreviver no mundo real:

Regra 1 - A vida não é fácil, acostumem-se a isso.

Regra 2 - O mundo não está preocupado com a vossa auto-estima. O mundo espera que vocês façam alguma coisa útil por ele antes de vocês sentirem-se bem convosco próprios.

Regra 3 - Vocês não vão ganhar € 5.000 por mês assim que sairem da Universidade. Vocês não serão directores de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes de terem conseguido comprar o vosso próprio carro e telefone.

Regra 4 - Se vocês acham que os vossos professores são rudes, esperem até terem um chefe. Ele não vai ter pena de vocês.

Regra 5 - Vender jornais velhos ou trabalhar durante as férias não está abaixo da vossa posição social. Os vossos avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam oportunidade.

Regra 6 - Se vocês fracassarem, não será por culpa de vossos pais. Por isso não os culpem dos vossos erros, aprendam com eles.

Regra 7 - Antes de vocês nascerem, os vossos pais eram não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagarem as vossas contas, lavarem as vossas roupas. Antes de quererem salvar o planeta para a próxima geração dos vossos pais, tentem limpar o vosso próprio quarto.

Regra 8 – A vossa escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas, você não chumbam mais de um ano e têm tantas chances quantas precisarem até acertar. Isto não tem nada a ver com a vida real. Se pisarem o risco, são despedidos…! Façam bem à primeira vez.

Regra 9 - A vida não está dividida em semestres. Você não terão sempre os verões livres e é pouco provável que os outros empregados os ajudem a cumprir as vossas tarefas no fim de cada período.

Regra 10 – A televisão não é a vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boîte e ir trabalhar.

Regra 11 - Seja simpático com os estudiosos - aqueles estudantes que os demais julgam que são uns idiotas. Existe uma grande possibilidade de vocês virem um dia a trabalhar para eles.
Uma excelente lição, sem dúvida...

Essa maravilha, que deveria ganhar um Nobel de Engenharia ou algo assim, chama-se Gamerator, mistura de Game com Refrigerator, e é um arcade, com 187 jogos clássicos pré-instalados (MAME, provavelmente), podendo ser conectado a XBOX360, PS3, PS2 e outros consoles, ou mesmo a um PC.
Assim você se diverte jogando na tela de 24 polegadas, e quando quiser uma pausa, se serve de um chopp gelado, na torneira da parte de baixo.
O Gamerator ainda vem com dois porta-copos.
Custa US$2 mil, no eBay. Frete grátis. O Natal está chegando, Leo!

Escolha de sofia: Atualizar ou não?

Embora publicamente reconhecidos como perfeitos e acabados, que ninguém nos ouça mas os produtos da Apple, como qualquer outro, apresentam falhas. Pequenas, mas existem, e graças a elas conseguimos contornar algumas limitações, como o bloqueio dos iPhones.
A última versão de programas que liberam o uso de chips de outras operadoras E a instalação de aplicativos de terceiros consegue acesso através de um bug no tratamento de imagens em formato TIFF por parte do Safari no iPhone.
A Apple, que não é boba, corre atrás para corrigir esses erros, e vem aí a versão 1.1.2 do firmware do iPhone que traria melhorias E a correção do utilíssimo bug.
O consumidor, como fica?
No caso não adianta sequer ser um consumidor legítimo, a limitação de execução de programas de terceiros é totalmente arbitrária, poderia perfeitamente ser liberada, avisando "se detonar o aparelho o problema é seu".
Nós ficamos no dilema: Fazemos os upgrades e perdemos (ao menos por um tempo) o acesso aos programas de terceiros, chips de outras operadoras, etc, ou ficamos com a versão antiga? Na mudança para a versão 1.1.1 veio muita coisa boa, como acentuação em português, entre outras novidades.
A tendência é que se torne mais e mais difícil achar falhas no iPhone, o número de bugs em um sistema é finito, assim como o tempo dos desenvolvedores que acham as falhas. Mais ainda: A Apple não precisa gastar tempo e dinheiro procurando por elas, os próprios crackers as encontram. O trabalho é apenas corrigí-las, lançar um fix pack com novidades suculentas e fazer com que a própria comunidade cuide de espalhar a correção da vulnerabilidade que viabiliza a PRÓPRIA comunidade.
O mais curioso é que a grande maioria dos usuários do iPhone passam ao largo de toda essa discussão, pois ou não sabem ou sequer se interessam em instalar programas em seus celulares. Não só iPhones, como qualquer outro modelo. Aliás, já vi usuários de PDAs, no tempo das agendinhas da Palm, que se maravilharam ao descobrir, depois de anos, que era possível rodar ICQ, bancos de dados, etc.
Talvez a atenção e o trabalho que a Apple tenha para bloquear a comunidade dos heavy users que gostam de fuçar em seus aparelhos não seja sequer justificável economicamente, e por isso o lançamento do SDK do iPhone, uma espécie de "saída honrosa" para terminar com uma guerrinha besta que não é boa para ninguém.